Preço médio do m² para aluguel no Brasil tem queda de 11,3% no 3T16

O preço nominal médio do m² para aluguel no Brasil apresentou uma queda de 11,3% no 3º Trimestre de 2016, em comparação ao mesmo período de 2014, passando de R$ 27,27 para R$ 24,19. Já o aluguel apresentou desvalorização nominal de 5,6% no País, com relação ao mesmo período de 2015. O DMI-VivaReal, levantamento realizado pelo VivaReal (www.vivareal.com.br), contemplou uma amostra de 30 cidades em diferentes regiões do País e considerou mais de 2 milhões de imóveis usados disponíveis para compra ou aluguel. A íntegra da pesquisa está disponível em http://bit.ly/3T16_DMI-VivaReal_Brasil.

Das 30 cidades analisadas, mais da metade registrou desvalorização no valor nominal médio do m² para aluguel em comparação ao mesmo período de 2015. Entre as que tiveram maior desvalorização do preço estão: Osasco (-16,1%), João Pessoa (-13,8%), Rio de Janeiro (-11,9%), Londrina (-8%) e Vitória (-7,1%). O município de Florianópolis apresentou maior valorização do aluguel ao apontar 7,40% do valor médio do m². As demais que apresentaram variação positiva foram Natal (+3,56%), Guarulhos (+2,20%), Recife (+1,26%) e Jundiaí (+1,04%).

O Índice DMI-VivaReal também listou as cidades que tem o valor acima da média nacional (R$ 24,19) para aluguel no País. São Paulo lidera a lista com o valor do m² de R$ 35,24, seguida das seguintes cidades: Rio de Janeiro (R$ 33,78/m²), Santos (R$ 28,89/m²) e Recife (R$ 25,00 m²).

“Há exatos dois anos o preço médio para locação chegava ao seu recorde, superando R$27/m². Desde então, os valores estão em queda. O consumidor atual entende o aluguel como uma solução de moradia em curto prazo. É um momento financeiramente interessante para aqueles com recursos comprometidos ou que desejam aplicar seu capital em outros tipos de investimentos”, comenta Lucas Vargas, CEO do VivaReal.

Valor médio do m² para venda permanece estável Brasil

A média nacional do valor do m² para venda é de R$ 4.868. No final do terceiro trimestre de 2016, o valor médio do m² para venda no Brasil teve valorização nominal de 0,1% em comparação ao mesmo período de 2015. Já no comparativo com 3T14, o valor médio cresceu 0,5%.

As cidades que tiveram o m² para venda mais valorizado, em comparação com o terceiro trimestre de 2015, foram Curitiba (+8,77%), Vila Velha (+6,07%), Florianópolis (5,75%), Porto Alegre (+5,72%) e Guarulhos (+5,69%). Já entre as que mais desvalorizaram a lista é liderada por Natal (-1,8%), seguida por Niterói (-1,5%), Rio de Janeiro (-1,5%) e São Paulo (-1,3%).

Brasília lidera a lista das cidades com valor de venda mais alto do Brasil, R$ 8.235,00/m². A lista também conta com Rio de Janeiro (R$ 7.154/m²), São Paulo (R$ 6.829/m²) e Recife (R$ 6.804/m²).

Procura por imóveis de até 100 m² é maior que a oferta

O índice DMI-VivaReal também acompanha a demanda por imóveis. No terceiro trimestre, 63% dos consumidores procuram por imóveis de até 100 m² e a oferta por esse tipo de moradia é de apenas 51%. No que diz respeito ao número de dormitórios, 50% procuram imóveis de até dois dormitórios, enquanto 58% da oferta é de imóveis acima de três dormitórios.

Enquanto 76% das pessoas procuram por imóveis até R$ 500 mil, a oferta disponível é de 52%. O estoque de residências acima de R$ 1 milhão é de 20%, porém a demanda chega a ser apenas de 7%.

“Já estamos observando um maior otimismo do setor imobiliário no País. A percepção de maior estabilidade político-econômica, as alterações das regras de financiamento da Caixa Econômica Federal, bem como o aumento da busca por terrenos para incorporação são indicadores promissores para quem deseja investir em imóveis ou no sonho da casa própria”, conclui Vargas.

Ranking dos Bairros mais procurados para aluguel no 3º trimestre de 2016

Vila Mariana - São Paulo
Barra da Tijuca - Rio de Janeiro
Tatuapé - São Paulo
Campo Grande - Rio de Janeiro
Recreio Dos Bandeirantes - Rio de Janeiro
Ipiranga - São Paulo
Boa Viagem - Recife
Pituba - Salvador
Bela Vista - São Paulo
Saúde - São Paulo

Ranking dos Bairros mais procurados para compra no 3º trimestre de 2016

Vila Mariana - São Paulo
Bela Vista - São Paulo
Pinheiros - São Paulo
Barra da Tijuca - Rio de Janeiro
Boa Viagem - Recife
Tatuapé - São Paulo
Moema - São Paulo
Recreio Dos Bandeirantes - Rio de Janeiro
Mooca - São Paulo
Butantã - São Paulo

Investimentos federais acumulam queda real de 14,2% no ano

Pressionados pela queda na arrecadação e pelo agravamento da crise econômica, os investimentos federais - obras e compras de equipamentos - acumulam recuo de 14,2% no ano descontando a inflação. De janeiro a agosto, o Governo Central gastou R$ 34,269 bilhões com esse tipo de despesa, contra R$ 36,458 bilhões registrados no mesmo período de 2015.

Dia dos Pais não consegue reverter queda no comércio do Rio

Embora seja considerada uma das mais importantes datas comemorativas do setor, o Dia dos Pais não conseguiu reverter a tendência de retração do comércio lojista do Rio, na avaliação do presidente do Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDL-Rio), Aldo Gonçalves. A entidade reúne 750 estabelecimentos comerciais do município.

Índice Catho-Fipe tem nova queda de 13,4% em agosto e recua a patamares de 2010

A geração de oportunidades de trabalho deu novos sinais de desaceleração em agosto. O Índice Catho-Fipe de Novas Vagas de Emprego caiu 13,4% na passagem de julho para agosto. Com isso, o indicador também voltou a ter queda na comparação anual, com variação negativa de 9,7% entre agosto de 2015 e o mesmo mês deste ano. No acumulado dos oito primeiros meses de 2016, o indicador recuou 4,7%, sinalizando que, a despeito da volatilidade observada em boa parte do primeiro semestre, a geração de vagas ainda está em patamar baixo.

Procon-SP constata queda de 0,87% na cesta básica paulistana

O valor da cesta básica no município de São Paulo registrou queda de 0,87%, no período de 19 a 25 de agosto, revela pesquisa diária da Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, em convênio com o Dieese. O preço médio, que no dia 18 de agosto era R$ 705,92 passou para R$ 699,77 em 25 de agosto.

Produção siderúrgica brasileira segue em queda em 2016

Dados preliminares, divulgados hoje (19) pelo Instituto Aço Brasil (IABr), revelam que a produção siderúrgica brasileira mensal continua em trajetória de queda em 2016, comparativamente ao ano anterior. Em julho, foi observada queda de 6% na produção brasileira de aço bruto (2,7 milhões de toneladas), em relação a igual mês do ano passado.

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