"A produção deste modelo representa investimento de US$ 550 milhões, que vão gerar 400 empregos diretos e mais de 1.200 indiretos", afirmou o presidente Felipe Calderón em uma cerimônia pública na fábrica da Chrysler em Toluca, a 67 km da capital.
A nova versão do histórico automóvel conhecido como "Cinquecento" na Itália, seu país original, e cuja versão anterior recebeu famosos apelidos como "Cinquino", "Topolino" ou "Fitito", será feita na fábrica de Toluca, uma das cinco que a Chrysler possui no México.
O diretor-geral da Fiat, o italiano Sergio Marchionne, que também assistiu à cerimônia, falou que dos Fiat 500 produzidos em Toluca "uma parte importante será destinada à América Latina", sem especificar valores.
Segundo o presidente Calderón "poderão ser produzidos entre 100 mil e 130 mil veículos, que serão vendidos nos Estados Unidos e em todo o continente americano".
Marchionne, por sua vez, ressaltou que "para a Chrysler, o México tem uma posição ideal como uma ponte entre o TLCAN (Tratado de Livre Comércio da América do Norte - o Nafta, em inglês) e a América Latina.
O diretor da Chrysler lembrou também que o Fiat 500 "é um símbolo, um ícone da marca".
(Redação com agências internacionais - Agência IN)
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