O Comitê de Inovação é um evento no qual os principais executivos de desenvolvimento, Operações e Tecnologia da Informação da ID Logistics se reúnem para conhecer e discutir soluções inovadoras em atividades ligadas à cadeia de suprimentos da empresas, de modo a gerar novas oportunidades aos clientes atuais da ID Logistics. Como forma de enriquecer o evento, convida os clientes e parceiros para que possam participar e agregar com opiniões e depoimentos de suas experiências e expectativas durante os debates.
De acordo com Igor Stocker, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da ID Logistics e coordenador do projeto, a ideia do encontro surgiu do desejo de antever a seus clientes, não apenas a necessidade operacional a curto prazo, mas desenvolver desde já soluções estratégicas em supply chain , que estejam alinhadas com as tendências futuras do mercado.
“Preparar-se adequadamente às inovações e tendências do mercado em soluções ao supply chain, de modo que isto represente a nossos clientes melhores serviços e a custos extremamente competitivos”, explica Igor Stocker, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento e coordenador do projeto.
Já foram realizadas duas edições do comitê, sendo a inaugural em outubro do ano passado, quando foram tratadas soluções de e-commerce e, mais recentemente, em maio deste ano, quando foi realizada a segunda edição que abordou a logística reversa.
Deste evento participaram varias empresas, dentre elas a Nokia, Correios, Lwart Lubrificantes e Okidata, além de representantes do Governo, cooperativas de reciclagem e organizações não governamentais que tratam a logística reversa.
No próximo comitê, que deve ocorrer ainda este ano, serão abordadas a questão da mobilidade urbana nas grandes cidades. A exemplo de São Paulo, está se tornando cada vez mais difícil e oneroso deslocar-se de um ponto a outro. A ID Logistics já enxergou mudança de comportamento no desenho das soluções da cadeia de abastecimento para cidades como Paris e Pequim. “Queremos discutir se o modelo aplicado lá é válido para a nossa realidade e, se não, qual seria o modelo ideal para São Paulo”, afirma Stocker.
(Redação - Agência IN)


