Balança comercial registrou superávit de US$ 2,16 bilhões

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Balança comercial registrou superávit de US$ 2,16 bilhões (Foto: Pexels) Balança comercial registrou superávit de US$ 2,16 bilhões

A balança comercial registrou superávit de US$ 2,16 bilhões na primeira semana de maio, com crescimento de 26,5%, e a corrente de comércio aumentou 55,0%, alcançando US$ 10,93 bilhões. Com isso, até a 1º Semana de Maio/2021, comparado a Maio/2020, as exportações cresceram 49,4% e somaram US$ 6,54 bilhões. As importações cresceram 64,1% e totalizaram US$ 4,38 bilhões.

No acumulado Janeiro até 1º Semana de Maio/2021, em comparação a Janeiro/Maio 2020, as exportações cresceram 26,4% e somaram US$ 88,66 bilhões. As importações cresceram 20,1% e totalizaram US$ 68,26 bilhões. Como consequência destes resultados, a balança comercial apresentou superávit de US$ 20,40 bilhões, com crescimento de 53,2%, e a corrente de comércio registrou aumento de 23,6%, atingindo US$ 156,92 bilhões.

Exportações

Até a 1º Semana de Maio/2021, o desempenho dos setores foi o seguinte: crescimento de 68,2% em Agropecuária, que somou US$ 2,30 bilhões; crescimento de 33,2% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 1,02 bilhões e, por fim, crescimento de 42,2% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 3,17 bilhões. A combinação destes resultados levou o aumento do total das exportações.

A expansão das exportações foi puxada, principalmente, pelo crescimento nas vendas dos seguintes produtos: Frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas (67,0%), Soja ( 77,3%) e Algodão em bruto ( 72,1%) na Agropecuária; Outros minerais em bruto ( 60,4%), Minério de ferro e seus concentrados ( 68,8%) e Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus ( 8,3%) na Indústria Extrativa ; Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos) (136,8%), Veículos automóveis de passageiros (1.218,4%) e Aeronaves e outros equipamentos, incluindo suas partes (1.356,1%) na Indústria de Transformação.

Por sua vez, ainda que o resultado das exportações tenha sido de crescimento, os seguintes produtos registraram diminuição nas vendas: Animais vivos, não incluído pescados ou crustáceos (-53,4%), Arroz com casca, paddy ou em bruto ( -100,0%) e Milho não moído, exceto milho doce (-88,0%) na Agropecuária; Fertilizantes brutos (exceto adubos) (-67,7%), Pirites de ferro não torrados (-51,8%) e Minérios de cobre e seus concentrados (-52,2%) na Indústria Extrativa ; Carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (-14,2%), Açúcares e melaços (-15,3%) e Produtos semi-acabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço (-35,0%) na Indústria de Transformação.

Importações

Até a 1º Semana de Maio/2021, o desempenho das importações por setor de atividade econômica foi o seguinte: crescimento de 18,8% em Agropecuária, que somou US$ 0,09 bilhões; crescimento de 117,0% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 0,25 bilhões e, por fim, crescimento de 63,4% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 3,99 bilhões. A combinação destes resultados motivou o aumento das importações.

O movimento de crescimento nas importações foi influenciado pela ampliação das compras dos seguintes produtos: Pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado ( 96,1%), Trigo e centeio, não moídos ( 32,8%) e Soja (179,3%) na Agropecuária; Outros minérios e concentrados dos metais de base ( 67,3%), Carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado ( 27,3%) e Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (727,0%) na Indústria Extrativa ; Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos) (220,2%), Válvulas e tubos termiônicas, de cátodo frio ou foto-cátodo, diodos, transistores (152,5%) e Partes e acessórios dos veículos automotivos (152,7%) na Indústria de Transformação.

Ainda que o resultado das importações tenha sido de crescimento, os seguintes produtos tiveram diminuição: Cevada, não moída (-99,6%), Centeio, aveia e outros cereais, não moídos (-38,0%) e Produtos hortícolas, frescos ou refrigerados (-25,6%) na Agropecuária; Gás natural, liquefeito ou não (-99,9%) na Indústria Extrativa ; Outros hidrocarbonetos e seus derivados halogenados, sulfonados, nitrados ou nitrosados (-61,2%), Materiais radioativos e associados ( -87,3%) e Artigos confeccionados, total ou principalmente de matérias têxteis (-74,1%) na Indústria de Transformação.

(Redação – Investimentos e Notícias)